18 de jun de 2009

ameaça.



eu digo, pito e repito: basta! pra longe com todas as tuas formas de mostrar que você ainda tá por aí. mais, que todas as outras muitas vezes, hoje eu não quero e não vou me importar.
você pode adoecer, pode empobrecer... mas agora, de uma forma ou daquela outra, eu vou é te esquecer.
grande coisa, todo o teu charme e sorriso maroto. eu não me importo... quem eu quero, é outro.
hoje basta, por que eu aprendí a me bastar!
nascí completa, tua presença não vai mais me afetar.
é minha escolha, tá feita. por isso, afasta! todas as mil maneiras que você encontra, de me encontrar.
eu não vou mais me esforçar, não vou mais pintar meu sorriso de amarelo, eu não vou mais te suportar.
então some, desaparece da memória da minha vida. você já passou tempo demais por aqui... já tá extinta a minha demagogia. não sei mais o que é cordialidade!
portanto, arrasta contigo todas as tuas multifaces e a tua superioridade.
eu digo, re-ascendo meu apagado pito, e de novo repito: basta!
se toda paciência tem limite, a minha tá muito gasta.
se quem avisa amigo é, aceita isso como uma ameaça.
não respondo mais por mim. vá embora! se existia um tempo certo pra você ir, definitivamente passou da hora.

4 comentários:

Jolie disse...

LIndo como todos os outros, perfeito e se encaixa perfeitamente em quer resolver um PASSADO para se ajustar a um presente!

Diego disse...

Uma alma as vezes pode transcrever outra com fidelidade e proporção divina.

Fabrício disse...

Santo Deus!!!!!!!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

lindo!

Fabrício disse...

Cala esse teu silêncio, cala essa tua boca e sela agora
Esses teus lábios com o biliar veneno do teu rancor
Vai escondendo esses teus dentes de aroma entérico
(tuas dietas deixam um péssimo hálito, sabia?)
porque teu sorriso é mentiroso,
E nessa merda de mentira depositei o melhor de mim
Achei que era verdade, sabia? Achei que era sonho, sabia?
Mas meu sonho (loucura) nada mais foi que te olhar por fora
Achando que por dentro também teria beleza equivalente.
Você já deve saber, mas essas tuas formas tem validade (sabia?)
E não vai adiantar continuar dormindo teu ridículo sono de beleza...
E não vai adiantar gastar tua fortuna na superficialidade trivial...
E não vai adiantar um otário que sustente tuas vaidades...
Nada mais és que um vazio opressor, que um corpo de belos traços
Cuja boca nada mais pode oferecer além de beijos frios (beija mal, sabia?)
e palavras fúteis, desconexas e pré-conceituais sobre tudo fora do cristal da mamãe
(e do papai, claro)
Hoje sou teu passado, mas lembra que fui teu futuro
E por mais que te doa, fui para ti o melhor que a vida pode oferecer
Para alguém assim, e se não sou mais não foi por opção tua,
Foi por desinteligência, sabia? (Eu não te acho inteligente, sabia?) E pior: não acabou.
Minha imaginação ainda sustenta tua imagem,
Agora numa condição rasgada, estuprada, machucada...
(senil! Senil, é a pior forma que te imagino!)
Quanto a tudo como um todo não mais segmentado pelas individualidades
Concluo que não acho que faltou carinho,
Acho que faltaram uns tapas bem dados até partir essa tua cara
Linda no mesmo número de pedaços que ficou a maldita esperança
de que tudo daria certo após o fim.
Nem cobranças nem lembranças
à pessoa desumana que só enxergava algo de bom em mim diante
de lágrimas, e dizia “nossa, você tem coração”.
Chega! Não suporto tua falta de consideração e de noção.
Te desejo tudo de ruim que possa acontecer
Te desejo um câncer
Desejo que teu cachorro ridículo e fedorento morra atropelado.
Desejo que cada estúpido namorado teu não te deseje mais
Desejo que seja rejeitada, odiada e mal amada
Te desejo o pior de tudo, sempre e cada vez mais
Mas se nada disso acontecer por que és uma PESSOA BOA que vai à missa sempre,
Cuide para que nem por acidente passe diante de mim, pois eu te mato
E ainda terás que me suportar no inferno,
Porque se houver inferno é pra lá que vai, pode acreditar.