3 de nov de 2009

flerte.ando



no macio do teu saldo, ação quente.
quase calado, fico mudo, envergonhado... congelo.
espero o rubor das maçãs abaixo das janelas,

olho, e vejo as tuas.
só elas...

não maduras, não puras,
verdes. [nuas.] cruas.

do olho que me mediu,
da fruta que não caiu,
da palavra que não cintilou;
vêm, quéto e manso, o encanto.
que mesmo assim... surgiu.
e ficou.

2 comentários:

Zé disse...

Ah! Vá tomar no cu!
Ta cada vez melhor!!

Bjos

Thiago disse...

Princesa, cada vez que venho aqui tenho uma surpresa maior. Adoro a sua maneira doce de dizer, o que o corpo sempre tenta negar. Beijo enorme.